quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


PREPARAÇÃO E ADMINISTRAÇÂO DE MEDICAMENTOS INJETÀVEIS PARTE 3



6 - ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS INJETÁVEIS POR VIA INTRA6 - ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS INJETÁVEIS POR VIA INTRADÉRMICA - I.D.

6.1 FORMAS DE PREPARAÇÕES PARA ADMINISTRAÇÃO ID.

 Os medicamentos são administrados na pele entre a derme e a epiderme. O volume injetado é sempre muito pequeno, na ordem dos 0,06 a 0,18 ml, sendo geralmente escolhida a zona do antebraço.

6.2 - CARACTERÍSTICAS DA ADMINISTRAÇÃO -ID.
 Área de Aplicação: camada mais profunda da pele (entre a epiderme e a derme);
 Medicamentos: os aplicados por esta via são: algumas vacinas, teste de sensibilidade a alergenos;
 Volume máximo: normalmente não ultrapassa 1,0 (quantidades maiores são aplicadas em duas partes); Aplicação geralmente indolor;
6.3 MATERIAL UTILIZADO NA ADMINISTRAÇÃO - ID.
 Bandeja (cuba rim)
 Seringa 1 ml
 Agulha, 10 x 5 ou 13 x 4,5;
 Algodão
 Álcool a 70%
 Medicação prescrita
6.4 TÉCNICA DO PREPARO DA MEDICAÇÃO

Para ampola:
 Fazer antissepsia da ampola com álcool a 70%
 Abrir a ampola na linha pontilhada marcada no gargalho;
 Retirar a capa protetora da agulha
 Colocar a agulha dentro do frasco
 Puxar a quantidade indicada do medicamento para dentro da seringa
6.5 DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO:

 Ler a prescrição: Data, nome do paciente, medicação, dose, via de administração e o horário da medicação;
 Lavar as mãos
 Separar a medicação prescrita
 Preparar o medicamento conforme técnica
 Levar a bandeja (cuba rim) para perto do paciente, colocando a bandeja sobre a mesinha de cabeceira;
 Orientar o paciente sobre o procedimento a ser realizado
 Checar condições da área (local da aplicação) escolhida
 Calçar luvas de procedimento;
 Com a mão dominante, segurar a seringa quase paralela à superfície da pele (15°), com a outra mão tencionar levemente a pele adjacente com o dedo indicador e polegar.
 Introduzir a agulha com o bisel voltado para cima, até o desaparecimento deste;
 Injetar o conteúdo da medicação; haverá formação de pápula que será absorvida;
 Retirar a agulha, sem friccionar o local, colocar algodão seco somente se houver sangramento ou extravasamento da droga;
 Deixar a unidade organizada;
 Desprezar o material pérfuro-cortante em recipiente apropriado (caixa resíduo pérfuro-cortante);
 Retirar a luva de procedimento;
 Lavar as mãos;
 Checar o procedimento na ficha única;

Observações:

 A injeção intradérmica geralmente é feita sem antissepsia para não interferir na reação da droga;
 Caso a pele esteja com muita sujidade realizar limpeza com água e sabão;
 A penetração da agulha não deve passar de 2 mm (somente o bisel);
v No caso de teste de hipersensibilidade delimitar a área de aplicação

6.6 LOCAIS DE APLICAÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO - ID.
 Locais de aplicação: parte interna do antebraço, pois não apresenta muitos pelos;
 Material: algodão com álcool, seringa de vacina e agulha específica;
Técnica:
 Preparar a injeção conforme técnica descrita anteriormente;
 Não realizar anti-sepsia do local para não atrapalhar a reação do teste (se necessário lavar o local com água e sabão ou soro fisiológico, secando com algodão seco);
 Esticar a pele com o dedo polegar e indicador;
 Introduzir a agulha em ângulo de 15° com o bisel voltado para cima (seringa quase paralela ao braço);
 Aspirar para verificar se não atingiu vaso sanguíneo;
 Injetar o líquido vagarosamente, retirar a agulha com auxílio do algodão (seco), observe apele se distender, formando uma bolha chamada pápula (semelhante à casca da laranja);
 Não massageie o local da aplicação.
7     ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS INJETÁVEIS POR VIA INTRA-RAQUÍDEA - I.R.
 A administração intra-raquídea consiste em injetar a preparação medicamentosa no canal raquideano, podendo ser praticada por via subaracnoidea ou intratecal e por via epidural ou peridural. O emprego desta via deve-se à difícil passagem dos medicamentos do sangue para o tecido nervoso especialmente para a região do encéfalo.
 Os medicamentos injetáveis destinados a esta via devem ser soluções aquosas neutras e isotônicas, rigorosamente estéreis e apirogênicas. Por outro lado, não devem ter conservantes germicidas, uma vez que podem lesar elementos do tecido nervoso.
 Enquanto que a via subaracnóidea se realiza entre as membranas pia-mater e a aracnóidea, a administração epidural consiste na injeção no espaço entre a dura-mater e a parede do canal raquideano.
 Dado o pequeno volume e a lentidão de movimento do líquido céfalo - raquideano, as preparações injetáveis devem apresentar um pH e tonicidade próximos dos valores fisiológicos.
FONTES

 MANUAL DE MEDICAMENTOS INJETÁVEIS do Hospital Universitário de Brasília (HUB) (Classificação ATC) 2ª Edição, Organizadores: Hervaldo Sampaio Carvalho, Patrícia Medeiros de Souza

 MANUAL DE DILUIÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS, Grupo de estudo de diluição e administração de medicamentos, Hospital Santa Helena Brasília - DF 2010, Gerente de Enfermagem: Maria Elenita Soares da Silva Autor do manual: Alessandra de Melo Maranhão e colaboradoras

 GUIA DE ESTABILIDADE DE MEDICAMENTOS INJETÁVEIS COMUMENTE USADOS EM UTI NEONATAL, Prefeitura de São Paulo, Secretaria Municipal de Saúde CIM, SMS, SP

 GUIA DE DILUIÇÃO, ESTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DE ANTIMICROBIANOS, Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Hospital Federal de Bonsucesso, Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, Rotina G3 – Atualizada em 08/12/2010

 PROTOCOLOS DE PREPARO E ADMINISTRAÇÃO DE INJETÁVEIS, Pulsoterapia e Hospital Dia, Universidade Federal do Ceará. Hospital Universitário Walter Cantidio, Diretoria Médica, Comissão de Farmácia e Terapêutica,Gerência de Riscos Hospitalares, 2008

 MANUAL DE DILUIÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE ANTIMICROBIANOS Serviço Público Federal, Ministério da Educação , Universidade Federal de Mato Grosso do Sul,  Campo Grande / MS, 2011-2012

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

v  AVIS, K. E.; LEVCHUK, J. W. - Parenteral Preparations. In Remington: The Science and Practice of Pharmacy. 20.ª ed. Philadelphia: Daniel Limmer, 2000. ISBN 0-683-306472.


 BAASKE, D. M. - Stability of esmolol hydrochloride in intravenous solutions. American Journal of Hospital Pharmacy. 51; 1994. ISSN 1079-2082.

 BRITISH MEDICAL ASSOCIATION AND THE ROYAL PHARMACEUTICAL SOCIETY OF GREAT BRITAIN - British National Formulary. London: Pharmaceutical Press. 1994. ISSN 0260-535X.

 CLOYD, J. C. - Availability of diazepam from plastic containers. American Journal of Hospital Pharmacy. 37; 1980.ISSN 1079-2082.DRISCOLI, D. F.; NEWTON, D. W.;

 BRSTRIAN, B. R. - Precipitation of calcium phosphate from parenteral nutrient fluids. American Journal of Hospital Pharmacy. 51; 1994. ISSN 1079-2082

 DRUG INFORMATIONAmerican Hospital Formulary Service. Bethesda: American Society of Health-System Pharmacists 1999. ISBN 1-879907-91-7.

v  DUPUIS, L. L.. Stability of propafenone hydrochloride in I.V. solutions. American Journal Health-System Pharmacy. 54 (1997) 1293-5. ISSN 1079-2082.

 FARMACOPEIA PORTUGUESA. V ed. Imprensa Nacional - Casa da Moeda. 1986. Vol. 1 e 2.

 GARRELTS, J. C. and WAGNER, D. J. - The pharmacokinetics, safety, and tolerance of cefepime administered as an intravenous bolus or as a rapid infusion. The Annals of Pharmacotherapy. 33; 1999. ISSN 1060-0280.

 GUPTA, V. D. [et al.]. Stability of ketorolac tromethamine in 5% dextrose injection and 0,9% sodium chloride injections. International Journal of Pharmaceutical Compounding. l:3; 1997. ISSN 1092-4221.

 HASEGAWA, G. R. - Caring about stability and compatibility. American Journal of Hospital Pharmacy. 5; 1994. ISSN 1079-2082.

 JAROSINSKI, P. F. [et al.] - Stability of concentrated trimethoprim-sulfamethoxazole admixtures. American Journal of Hospital Pharmacy. 46; 1989. ISSN 1079-2082.

 MANUAL DE ANTÍDOTOS. 1.ª ed. Porto: Grupo de Toxicologia, Assessor da Comissão de Farmácia e Terapêutica do Hospital Geral de Santo António. 1999. ISSN 0873-6553.

 MARTINDALE. The Extra Pharmacopoeia. 31.ª ed. London: The Royal Pharmaceutical Society of Great Britain, 1996. ISBN 0-85369-342-0.

 MICROMEDEX® HEALTHCARE SERIES: MICROMEDEX, Greenwood Village, Colorado (Edition expires [12 de 2001]).

 MORRIS, E. M. - Compatibility and stability of diazepam injection following dilution with intravenous fluids. American Journal of Hospital Pharmacy. 35; 1978. ISSN 1079-2082.
v  PARENTERAL ADMIXTURE INCOMPATIBILITIES AN INTRODUCTIONInternational Journal of Pharmaceutical Compounding1:3; 1997. ISSN 1092-4221.

v  PRISTA, L. N.; ALVES, A. C.; MORGADO, R. M. - Técnica Farmacêutica e Farmácia Galénica4.ª ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1992. Vol. I. ISBN 972-31-0562-4.

v  RAY, J. B.. Droperidol. Stability in intravenous admixtures. American Journal of Hospital Pharmacy40; 1983. ISSN 1079-2082.

v  SALOM, G. P. - Administración de Medicamentos por Via Intravenosa. In Curso sobre Administración de Medicamentos. Alicante: Organização de Farmacéuticos Ibero-Latinoamericanos, 1995. ISBN 84-606-2706-3 101.

 STANDARD TERMS - PHARMACEUTICAL DOSAGE FORMS, ROUTES OF ADMINISTRATION, Conteiners. The European Pharmacopeia Forum. Council of Europe. 2000. ISSN 1013-5294.

 STEWART, J. T. Stability of ranitidine in intravenous admixtures stored frozen, refrigerated, and at room temperature. American Journal Hospital Pharmacy. 47; 1990. ISSN 1079-2082.

 TORRES, N. V.; MARTÍ, M. C. Mezclas Intravenosas y Nutricion Artificial. 4.ª ed. Valencia: Convaser, C.E.E. 1999. ISBN 84-605-8427-5.

 TRISSEL, L. - Handbook on Injectable Drugs. 11.ª ed. Bethesda: American Society of Health-System Pharmacists, 2001. ISBN 0333792122

 VISOR, G.C. [et al.] Stability of ganciclovir sodium (DHPG sodium) in 5% dextrose or 0,9% sodium chloride injections. American Journal of Hospital Pharmacy. 43; 1986. ISSN 1079-2082.

v  ZHANG, Yan-Ping. Stability of aminocaproic acid injection admixtures in 5% dextrose injection and 0,9% sodium chloride injection. International Journal of Pharmaceutical Compounding. 1:2; 1997. ISSN 1092-4221.

v  RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DOS MEDICAMENTOS (RCM'S), EMEA - The European Agency for the Evaluation of Medicinal Products,



DÉRMICA - I.D.

6.1 FORMAS DE PREPARAÇÕES PARA ADMINISTRAÇÃO ID.
  Os medicamentos são administrados na pele entre a derme e a epiderme. O volume injetado é sempre muito pequeno, na ordem dos 0,06 a 0,18 ml, sendo geralmente escolhida a zona do antebraço.

6.2 - CARACTERÍSTICAS DA ADMINISTRAÇÃO -ID.
  Área de Aplicação: camada mais profunda da pele (entre a epiderme e a derme);
  Medicamentos: os aplicados por esta via são: algumas vacinas, teste de sensibilidade a alergenos;
  Volume máximo: normalmente não ultrapassa 1,0 (quantidades maiores são aplicadas em duas partes); Aplicação geralmente indolor;
6.3 MATERIAL UTILIZADO NA ADMINISTRAÇÃO - ID.
  Bandeja (cuba rim)
  Seringa 1 ml
  Agulha, 10 x 5 ou 13 x 4,5;
  Algodão
  Álcool a 70%
  Medicação prescrita
6.4 TÉCNICA DO PREPARO DA MEDICAÇÃO

Para ampola:
  Fazer antissepsia da ampola com álcool a 70%
  Abrir a ampola na linha pontilhada marcada no gargalho;
  Retirar a capa protetora da agulha
  Colocar a agulha dentro do frasco
  Puxar a quantidade indicada do medicamento para dentro da seringa
6.5 DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO:

  Ler a prescrição: Data, nome do paciente, medicação, dose, via de administração e o horário da medicação;
  Lavar as mãos
  Separar a medicação prescrita
  Preparar o medicamento conforme técnica
  Levar a bandeja (cuba rim) para perto do paciente, colocando a bandeja sobre a mesinha de cabeceira;
  Orientar o paciente sobre o procedimento a ser realizado
  Checar condições da área (local da aplicação) escolhida
  Calçar luvas de procedimento;
  Com a mão dominante, segurar a seringa quase paralela à superfície da pele (15°), com a outra mão tencionar levemente a pele adjacente com o dedo indicador e polegar.
  Introduzir a agulha com o bisel voltado para cima, até o desaparecimento deste;
  Injetar o conteúdo da medicação; haverá formação de pápula que será absorvida;
  Retirar a agulha, sem friccionar o local, colocar algodão seco somente se houver sangramento ou extravasamento da droga;
  Deixar a unidade organizada;
  Desprezar o material pérfuro-cortante em recipiente apropriado (caixa resíduo pérfuro-cortante);
  Retirar a luva de procedimento;
  Lavar as mãos;
  Checar o procedimento na ficha única;

Observações:
  A injeção intradérmica geralmente é feita sem antissepsia para não interferir na reação da droga;
  Caso a pele esteja com muita sujidade realizar limpeza com água e sabão;
  A penetração da agulha não deve passar de 2 mm (somente o bisel);
 No caso de teste de hipersensibilidade delimitar a área de aplicação

6.6 LOCAIS DE APLICAÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO - ID.
  Locais de aplicação: parte interna do antebraço, pois não apresenta muitos pelos;
  Material: algodão com álcool, seringa de vacina e agulha específica;
Técnica:
  Preparar a injeção conforme técnica descrita anteriormente;
  Não realizar anti-sepsia do local para não atrapalhar a reação do teste (se necessário lavar o local com água e sabão ou soro fisiológico, secando com algodão seco);
  Esticar a pele com o dedo polegar e indicador;
  Introduzir a agulha em ângulo de 15° com o bisel voltado para cima (seringa quase paralela ao braço);
  Aspirar para verificar se não atingiu vaso sanguíneo;
  Injetar o líquido vagarosamente, retirar a agulha com auxílio do algodão (seco), observe apele se distender, formando uma bolha chamada pápula (semelhante à casca da laranja);
  Não massageie o local da aplicação.
7     ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS INJETÁVEIS POR VIA INTRA-RAQUÍDEA - I.R.
  A administração intra-raquídea consiste em injetar a preparação medicamentosa no canal raquideano, podendo ser praticada por via subaracnoidea ou intratecal e por via epidural ou peridural. O emprego desta via deve-se à difícil passagem dos medicamentos do sangue para o tecido nervoso especialmente para a região do encéfalo.
  Os medicamentos injetáveis destinados a esta via devem ser soluções aquosas neutras e isotônicas, rigorosamente estéreis e apirogênicas. Por outro lado, não devem ter conservantes germicidas, uma vez que podem lesar elementos do tecido nervoso.
  Enquanto que a via subaracnóidea se realiza entre as membranas pia-mater e a aracnóidea, a administração epidural consiste na injeção no espaço entre a dura-mater e a parede do canal raquideano.
  Dado o pequeno volume e a lentidão de movimento do líquido céfalo - raquideano, as preparações injetáveis devem apresentar um pH e tonicidade próximos dos valores fisiológicos.
FONTES

  MANUAL DE MEDICAMENTOS INJETÁVEIS do Hospital Universitário de Brasília (HUB) (Classificação ATC) 2ª Edição, Organizadores: Hervaldo Sampaio Carvalho, Patrícia Medeiros de Souza

  MANUAL DE DILUIÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS, Grupo de estudo de diluição e administração de medicamentos, Hospital Santa Helena Brasília - DF 2010, Gerente de Enfermagem: Maria Elenita Soares da Silva Autor do manual: Alessandra de Melo Maranhão e colaboradoras

  GUIA DE ESTABILIDADE DE MEDICAMENTOS INJETÁVEIS COMUMENTE USADOS EM UTI NEONATAL, Prefeitura de São Paulo, Secretaria Municipal de Saúde CIM, SMS, SP

  GUIA DE DILUIÇÃO, ESTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DE ANTIMICROBIANOS, Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Hospital Federal de Bonsucesso, Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, Rotina G3 – Atualizada em 08/12/2010

  PROTOCOLOS DE PREPARO E ADMINISTRAÇÃO DE INJETÁVEIS, Pulsoterapia e Hospital Dia, Universidade Federal do Ceará. Hospital Universitário Walter Cantidio, Diretoria Médica, Comissão de Farmácia e Terapêutica,Gerência de Riscos Hospitalares, 2008

  MANUAL DE DILUIÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE ANTIMICROBIANOS Serviço Público Federal, Ministério da Educação , Universidade Federal de Mato Grosso do Sul,  Campo Grande / MS, 2011-2012

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  AVIS, K. E.; LEVCHUK, J. W. - Parenteral Preparations. In Remington: The Science and Practice of Pharmacy. 20.ª ed. Philadelphia: Daniel Limmer, 2000. ISBN 0-683-306472.


  BAASKE, D. M. - Stability of esmolol hydrochloride in intravenous solutions. American Journal of Hospital Pharmacy. 51; 1994. ISSN 1079-2082.

  BRITISH MEDICAL ASSOCIATION AND THE ROYAL PHARMACEUTICAL SOCIETY OF GREAT BRITAIN - British National Formulary. London: Pharmaceutical Press. 1994. ISSN 0260-535X.

  CLOYD, J. C. - Availability of diazepam from plastic containers. American Journal of Hospital Pharmacy. 37; 1980.ISSN 1079-2082.DRISCOLI, D. F.; NEWTON, D. W.;

  BRSTRIAN, B. R. - Precipitation of calcium phosphate from parenteral nutrient fluids. American Journal of Hospital Pharmacy. 51; 1994. ISSN 1079-2082

  DRUG INFORMATIONAmerican Hospital Formulary Service. Bethesda: American Society of Health-System Pharmacists 1999. ISBN 1-879907-91-7.

  DUPUIS, L. L.. Stability of propafenone hydrochloride in I.V. solutions. American Journal Health-System Pharmacy. 54 (1997) 1293-5. ISSN 1079-2082.

  FARMACOPEIA PORTUGUESA. V ed. Imprensa Nacional - Casa da Moeda. 1986. Vol. 1 e 2.

  GARRELTS, J. C. and WAGNER, D. J. - The pharmacokinetics, safety, and tolerance of cefepime administered as an intravenous bolus or as a rapid infusion. The Annals of Pharmacotherapy. 33; 1999. ISSN 1060-0280.

  GUPTA, V. D. [et al.]. Stability of ketorolac tromethamine in 5% dextrose injection and 0,9% sodium chloride injections. International Journal of Pharmaceutical Compounding. l:3; 1997. ISSN 1092-4221.

  HASEGAWA, G. R. - Caring about stability and compatibility. American Journal of Hospital Pharmacy. 5; 1994. ISSN 1079-2082.

  JAROSINSKI, P. F. [et al.] - Stability of concentrated trimethoprim-sulfamethoxazole admixtures. American Journal of Hospital Pharmacy. 46; 1989. ISSN 1079-2082.

  MANUAL DE ANTÍDOTOS. 1.ª ed. Porto: Grupo de Toxicologia, Assessor da Comissão de Farmácia e Terapêutica do Hospital Geral de Santo António. 1999. ISSN 0873-6553.

  MARTINDALE. The Extra Pharmacopoeia. 31.ª ed. London: The Royal Pharmaceutical Society of Great Britain, 1996. ISBN 0-85369-342-0.

  MICROMEDEX® HEALTHCARE SERIES: MICROMEDEX, Greenwood Village, Colorado (Edition expires [12 de 2001]).

  MORRIS, E. M. - Compatibility and stability of diazepam injection following dilution with intravenous fluids. American Journal of Hospital Pharmacy. 35; 1978. ISSN 1079-2082.
  PARENTERAL ADMIXTURE INCOMPATIBILITIES AN INTRODUCTIONInternational Journal of Pharmaceutical Compounding1:3; 1997. ISSN 1092-4221.

  PRISTA, L. N.; ALVES, A. C.; MORGADO, R. M. - Técnica Farmacêutica e Farmácia Galénica4.ª ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1992. Vol. I. ISBN 972-31-0562-4.

  RAY, J. B.. Droperidol. Stability in intravenous admixtures. American Journal of Hospital Pharmacy40; 1983. ISSN 1079-2082.

  SALOM, G. P. - Administración de Medicamentos por Via Intravenosa. In Curso sobre Administración de Medicamentos. Alicante: Organização de Farmacéuticos Ibero-Latinoamericanos, 1995. ISBN 84-606-2706-3 101.

  STANDARD TERMS - PHARMACEUTICAL DOSAGE FORMS, ROUTES OF ADMINISTRATION, Conteiners. The European Pharmacopeia Forum. Council of Europe. 2000. ISSN 1013-5294.

  STEWART, J. T. Stability of ranitidine in intravenous admixtures stored frozen, refrigerated, and at room temperature. American Journal Hospital Pharmacy. 47; 1990. ISSN 1079-2082.

  TORRES, N. V.; MARTÍ, M. C. Mezclas Intravenosas y Nutricion Artificial4.ª ed. Valencia: Convaser, C.E.E. 1999. ISBN 84-605-8427-5.

  TRISSEL, L. - Handbook on Injectable Drugs. 11.ª ed. Bethesda: American Society of Health-System Pharmacists, 2001. ISBN 0333792122

  VISOR, G.C. [et al.] Stability of ganciclovir sodium (DHPG sodium) in 5% dextrose or 0,9% sodium chloride injections. American Journal of Hospital Pharmacy. 43; 1986. ISSN 1079-2082.

  ZHANG, Yan-Ping. Stability of aminocaproic acid injection admixtures in 5% dextrose injection and 0,9% sodium chloride injection. International Journal of Pharmaceutical Compounding. 1:2; 1997. ISSN 1092-4221.

  RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DOS MEDICAMENTOS (RCM'S), EMEA - The European Agency for the Evaluation of Medicinal Products,




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