segunda-feira, 19 de novembro de 2012

INTRODUÇÃO A FARMACOLOGIA GERAL PARTE 2

INTRODUÇÃO A FARMACOLOGIA GERAL
PARTE 2
DEFINIÇÕES BÁSICAS


Aerossolterapia – administração de medicamentos por via inala tória em forma aerossol com a finalidade de obter a concentração do fármaco no aparelho respiratório.

Agente quelante - fármaco usado no tratamento de envenenamento por metais, pois, se coordena com os átomos de metais tornando-os biologicamente inativos. O complexo metálico resultante no qual há um anel fechado de átomos formado pela união de um ligante a um átomo de metal em dois ou mais pontos é denominado de quelato.

Cápsula – consiste na forma farmacêutica cilíndrica, geralmente constituída de um invólucro de gelatina, contendo um ou mais fármacos em forma sólida ou líquida. A apresentação em cápsula tem como objetivos: Eliminar o sabor e/ou odor desagradável; facilitar a deglutição; facilitar a liberação do fármaco.

Centrais Farmacêuticas - Almoxarifados centrais de medicamentos, geralmente na esfera estadual, onde são feitas a estocagem e distribuição para hospitais, ambulatórios e postos de saúde.

Cronofarmacologia – tem o objetivo de relacionar os efeitos das drogas no organismo de acordo alterações diurnas e noturnas, portanto, de acordo com as variações circadianas, ou seja, relaciona os efeitos das drogas com a cronobiologia do organismo. Por exemplo, alguns estudos indicam que a aspirina (ácido acetilsalicílico) alcança maior nível sangüíneo durante as seguintes 24 horas quando administrada no início da manhã (7 horas), enquanto os corticosteróides (por via oral ou inalatória) apresentam melhor resposta quando administrados à tarde (15 horas) em dose única.

Colagogo – fármaco que provoca fluxo de bile no intestino.

Colerético – droga que estimula a formação de bile.

Comprimido - corresponde ao pó que foi submetido à compressão, e, em formato próprio. Muitas vezes podem ser divididos em duas ou quatro partes, e, para isso devem ter um sulco ou pequenas reentrâncias que facilita a divisão do comprimido em partes de acordo com a dose a ser administrada.

Corantes - Substâncias adicionais aos medicamentos, produtos dietéticos, cosméticos, perfumes, produtos de higiene e similares, saneantes domissanitários e similares, com o efeito de lhes conferir cor e, em determinados tipos de cosméticos, transferi-la para a superfície
cutânea e anexos da pele.

Enquanto o edulcorante corresponde à substancia que melhora o sabor da forma farmacêutica, mas, alguns autores afirmam que o edulcorante também é a substancia que melhora aparência do fármaco.

Concentração - Quantidade de substância (s) ativa(s) ou inativa (s) em determinada unidade de massa ou volume do produto.

Controle de Qualidade - Conjunto de medidas destinadas a garantir, a qualquer momento, a produção de lotes de medicamentos e demais produtos abrangidos por Lei, que satisfaçam às normas de atividade, pureza, eficácia e inocuidade.

Dispensação – ato de fornecimento do fármaco ao paciente ou comprador, de acordo com a legislação em vigor, sendo para muitos medicamentos, mediante a apresentação da receita médica.

Distribuidor, Representante, Importador e Exportador - empresa que exerça direta ou indiretamente o comércio atacadista de drogas, medicamentos em que suas embalagens originais, insumos farmacêuticos e de correlatos. Não se deve confundir distribuição com dispensação, pois, a distribuição de medicamentos corresponde ao envio de fármacos para locais previamente autorizados (empresas particulares ou setores de órgãos públicos), portanto, não significando a entrega direta do medicamento ao paciente ou comprador como pessoa física.

Dose de ataque – consiste na dose única que é suficiente para elevar rapidamente a quantidade do fármaco no organismo atingindo a concentração terapêutica. A palavra dose é derivada do grego dosis o que significa ação de dar ou o que pode ser dado.

Dose eficaz mediana – corresponde a dose necessária para produzir determinada intensidade de um efeito em 50% dos indivíduos.

Dose letal – consiste no efeito observado da morte dos animais de experiência com drogas.

Drágea ou comprimidos gastrorresistentes – corresponde a forma farmacêutica que é revestida por substancia que resiste a secreção gástrica (acidez), sendo o fármaco liberado no intestino delgado. Geralmente, a drágea contém um núcleo com o medicamento, e, um revestimento de goma-laca, açúcar e corante, e, a drágea é utilizada, mais frequentemente, para administração oral de medicamentos irritantes da mucosa gástrica.

Efeito adverso ou indesejado – consiste na ação provocada pelo fármaco diferente do efeito planejado. Alguns autores denominam de efeito colateral este efeito imprevisível, e, que não se encontra relacionado à principal ação do medicamento.

Elixir – consiste na preparação líquida de um fármaco contendo elevada concentração de álcool, açúcar, glicerol ou propileno glicol.

Equivalentes Farmacêuticos - São medicamentos que contém o mesmo fármaco, isto é, mesmo sal ou éster da mesma molécula terapeuticamente ativa, na mesma quantidade e forma farmacêutica, podendo ou não conter excipientes idênticos. Devem cumprir com as mesmas especificações atualizadas da Farmacopéia Brasileira e, na ausência destas, com as de outros códigos autorizados pela legislação vigente ou, ainda, com outros padrões aplicáveis de qualidade, relacionados à identidade, dosagem, pureza, potência, uniformidade de conteúdo, tempo de desintegração e velocidade de dissolução, quando for o caso.

Estudos de Utilização de Medicamentos (EUM) - São aqueles relacionados com a comercialização, distribuição, prescrição e uso de medicamentos em uma sociedade, com ênfase sobre as consequências médicas, sociais e econômicas resultantes; complementarmente, tem-se os estudos de farmacovigilância e os ensaios clínicos.

Farmácia - Estabelecimento de manipulação de fórmulas magistrais e oficinais, de comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, compreendendo o de dispensação, e, o de atendimento privativo de unidade hospitalar ou de qualquer outra equivalente de assistência médica.

Farmoquímicos - Todas as substâncias ativas ou inativas que são empregadas na fabricação de produtos farmacêuticos.

Forma farmacêutica – consiste na forma de apresentação do medicamento, por exemplo, em comprimido, cápsula, drágea, suspensão ou outra forma. Lembrando que, além principio ativo ou medicamento principal, na forma farmacêutica existem outras substancias na composição, como o veiculo, o edulcorante, e, outros.

Fórmula ou formulação – corresponde o conjunto dos componentes de uma receita prescrita pelo médico ou então a composição de uma especialidade farmacêutica.

Formulação de depósito – consiste em fármaco com forma lentamente absorvida, com o objetivo de reduzir a frequência da administração, geralmente administrada por via intramuscular, e, dissolvida em óleo ou como suspensão de sal insolúvel. Por exemplo, o fármaco antipsicótico denominado decanoato de haloperidol (Haldol Decanoato) que produz efeito prolongado devido à difusão lenta no músculo.

Formulário Terapêutico Nacional - Documento que reúne os medicamentos disponíveis em um país e que apresenta informações farmacológicas destinadas a promover o uso efetivo, seguro e econômico destes produtos.

Guias Terapêuticos Padronizados - Coleções de roteiros terapêuticos preconizados para doenças diversas.

Hemoderivados - Medicamentos biológicos obtidos a partir do plasma humano, submetidos a processos de industrialização, normalização e controle de qualidade, que lhes conferem qualidade, estabilidade, atividade e especificidade.

Iatrogenia ou iatrogênico ou iatrogênese – (do grego iatros, iatric = médico, medicina, e, genein que significa “produzir”) qualquer situação adversa em um paciente resultante de um tratamento feito por um médico, seja em tratamento clínico ou cirúrgico.
Idiossincrasia - (do grego idio = “próprio de”, e, synkrasis que significa “mistura”) significando a suscetibilidade anormal a um agente (que pode ser uma droga) peculiar a um individuo. Por exemplo, a aspirina mesmo em doses terapêuticas, pode provocar crise asmática como tem ocorrido com alguns homens com idade superior a 30 anos.

Insumos Farmacêuticos - Qualquer produto químico, ou material (por exemplo, a embalagem) utilizado no processo de fabricação de um medicamento, seja na sua formulação, envase ou acondicionamento.

Interação aditiva – Corresponde ao uso associado de dois ou mais diferentes fármacos para o tratamento da mesma doença com a mesma (ou melhor) eficácia, seja em doses menores do que quando usados isoladamente, seja prolongando a duração do efeito ou impedindo ou retardando o surgimento de resistência bacteriana, podendo ser também para aumentar a adesão ao tratamento e/ou com objetivo de evitar ou reduzir a incidência de efeitos adversos.

Interação medicamentosa – Corresponde à interferência de um fármaco na ação de outro ou de um alimento ou nutriente na ação de medicamentos. Existem interações medicamentosas benéficas ou desejáveis (como a interação aditiva), e, interações medicamentosas indesejáveis que determinam a redução do efeito terapêutico ou resultado contrário ao esperado, aumento da incidência de efeitos adversos e/ou no custo da terapia sem benefício terapêutico, portanto, podendo levar ao fracasso da terapia e/ou progressão da doença.

Existem muitos fatores que podem influenciar a suscetibilidade para interações
medicamentosas como: Fatores genéticos (predisposição a desenvolver efeitos adversos), idade, condições gerais de saúde, funções renais e hepáticas, consumo de etanol, tabagismo, dieta, e, fatores ambientais. Algumas interações medicamentosas podem ser leves não exigindo medidas especiais, mas, podem ocorrer interações que apresentam potencial para causar danos permanentes provocando deterioração clínica do paciente, hospitalizações e aumento do período de internação.

Janela terapêutica – Significa a área (ou faixa) entre a dose eficaz mínima, e, a dose máxima permitida. Portanto, corresponde a uma faixa plasmática aceitável na qual os resultados terapêuticos são positivos.

Por exemplo, para crianças com peso inferior a 20 Kg a dose diária do fármaco amoxicilina pode variar de 20 a 40 mg por quilo de peso, portanto, se a criança tiver 10 Kg de peso corporal, a dose diária pode ser no mínimo de 200 mg (dividida em três doses de 8 em 8 horas), e, no máximo de 400 mg do fármaco (dividida em três doses de 8/8 horas). Assim, a janela terapêutica (dose recomendada) diária do medicamento amoxicilina para crianças com o peso corporal de 10 Kg varia de 200mg a 400mg.

Livro de Receituário Geral - Livro destinado ao registro de todas as preparações magistrais manipuladas em farmácias.

Manipulação - Conjunto de operações farmacotécnicas, realizadas na farmácia, com a finalidade de elaborar produtos e fracionar especialidades farmacêuticas.

Medicamentos de Controle Especial - medicamentos entorpecentes ou psicotrópicos e outros relacionados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária capazes de causar dependência física ou psíquica.

Medicamentos de Uso Contínuo - São aqueles empregados no tratamento de doenças crônicas e/ou degenerativas, utilizados de modo contínuo.

Medicamentos Essenciais - Medicamentos considerados básicos e indispensáveis para atender a maioria dos problemas de saúde da população

Medicamento Fitoterápico - Medicamento farmacêutico obtido por processos tecnologicamente adequados, empregando-se exclusivamente matérias-primas vegetais, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico. É caracterizado pelo conhecimento da eficácia e dos riscos de seu uso, assim como pela reprodutibilidade e constância de sua qualidade. Não se considera medicamento fitoterápico aquele que, na sua composição, inclua substâncias ativas isoladas, de qualquer origem, nem as associações destas com extratos vegetais.

Midriático – Medicamento que dilata a pupila.

Miótico - Fármaco que contrai a pupila (através da contração da íris).

Notificação de Receita - Documento padronizado, acompanhado de receita, destinado à notificação da prescrição de substâncias e de medicamentos sujeitos a controle especial.

Óvulo - forma farmacêutica para aplicação vaginal, geralmente de forma ovóide.

Prescrição - Ato de definir o medicamento a ser consumido pelo paciente, com a respectiva dosagem e duração do tratamento. Em geral, esse ato é expresso mediante a elaboração de uma receita médica.

Pomada – forma farmacêutica pastosa semi-sólida, de consistência macia e mais oleosa tendo pouca penetração na pele. O creme embora seja uma forma farmacêutica também considerada pastosa, difere da pomada porque o creme consiste uma emulsão semi-sólida de duas fases, óleo e água, bem dispersas, e, com boa penetração na pele.

Posologia - significa o estudo da dosagem ou um sistema de dosagem.

Placebo – (do latim plahsebo = “eu vou agradar”) substancia ou preparação inativa administrada para satisfazer a necessidade simbólica do paciente por terapia com medicamentos, e, também é utilizada em estudos controlados para determinar a eficácia de fármacos.

Pró-droga – substancia química que precisa transformar-se no organismo com o objetivo de tornar-se uma droga ativa.

Produtos Psicotrópicos - Substâncias que afetam os processos mentais e podem produzir dependência.

Soros Hiperimunes - Medicamentos biológicos contendo imunoglobulinas especificas de origem heteróloga, purificadas, que quando inoculados, são capazes de neutralizar seus antígenos específicos.

Substância Proscrita - Substância cujo uso está proibido no Brasil.

Supositório – é a forma farmacêutica destinada à aplicação retal, geralmente, de formato cônico ou ogival.

Tintura – solução alcoólica ou hidroalcoólica preparada a partir de um fármaco.

Uso externo ou local ou tópico – indica que a via de administração do medicamento é local, geralmente, com objetivo de que o fármaco atue somente no local da aplicação, não sendo absorvido para a corrente sanguínea.

Uso interno – indica que a via de administração do medicamento é oral.

Vacinas - Medicamentos biológicos que contêm uma ou mais substâncias antigênicas que, quando inoculados, são capazes de induzir imunidade específica ativa e proteger contra a doença causada pelo agente infeccioso que originou o antígeno. A vacina é preparada a partir de micro-organismos mortos ou inativos, ou a partir de micro-organismos vivos, mas atenuados pelo formol, por uma outra substância ou pelo calor.

Assim, os anticorpos específicos contra o micróbio são formados pelo organismo humano, por exemplo, os anticorpos IgG patógeno-específicos constituem uma importante resposta de defesa do organismo humano, graças a uma enorme diversidade de reconhecimento antigênico porque ocorrem rearranjos nos genes das imunoglobinas em linfócitos B, que garantem essa diversidade.

A palavra vacina é derivada do latim vaccina significando “da natureza da vaca” porque  inicialmente, foi devido ao contágio do ser humano com o gado acometido pela doença chamada vacínia (causada por vírus, e, que forma pústulas nesse animal, geralmente, inofensivo ao homem) que foi verificada imunização desses indivíduos (que lidavam o com o gado) contra a doença varíola, sendo o material retirado diretamente das pústulas dos animais, e, passado braço a braço das pessoas levando à respectiva imunização.

Segundo historiadores, o médico inglês Edward Jenner, em 1798, divulgou essa sua descoberta no trabalho Um Inquérito sobre as Causas e os Efeitos da Vacina da Varíola.

Em Medicina, a palavra vacínia também é utilizada com o significado de reação cutânea, e, ocasionalmente sistêmica associada com a vacinação em que se usou a vacina para varíola.

Vacina acelular - consiste na vacina bacteriana que apresenta apenas alguns componentes celulares purificados em vez de bactérias "inteiras", desenvolvidas de modo a apresentar melhor tolerabilidade, com menor incidência de complicações anafiláticas sem perda da capacidade de imunização.

Vacina Recombinante – Corresponde à vacina produzida por engenharia genética, cujo gene do micro-organismo responsável pela produção do antígeno a ser utilizado para produção da vacina é isolado, e, clonado por tecnologia de biologia molecular. Esse gene é posteriormente introduzido em um microorganismo (normalmente o Saccharomyces cereviesae), o qual passa
a produzir e secretar em larga escala o produto protéico do gene clonado que é então purificado, e, utilizado para a produção da vacina.

Veículo ou excipiente – corresponde a substancia mais ou menos inerte de uma formula medicamentosa, que tem o objetivo de conferir consistência ou forma farmacêutica adequada.

Atualmente, alguns autores diferenciam o veículo do excipiente, referindo ao veículo como a parte líquida da fórmula onde estão dissolvidos ou emulsionados os princípios ativos, tendo a utilidade de facilitar a ingestão ou a aplicação direta no paciente; e, conceituam o excipiente como o ingrediente inerte que facilita o trabalho na dosagem ou na confecção do fármaco, quando misturado aos princípios ativos servindo também para dar volume e peso à fórmula.

Xarope – consiste na apresentação do medicamento em forma líquida contendo dois terços de açúcar, com exceção do xarope simples, pois, este consiste apenas em solução aquosa de açúcar, não contendo medicamento.

BIOENSAIO

Como a pesquisa deve estar fundamentada na experimentação prévia em animais, em laboratórios ou em outros fatos científicos, são introduzidas mutações nas células germinativas de animais, principalmente o camundongo, que permitem a introdução de novos genes ou a inativação de genes existentes, produzindo, assim, os animais transgênicos. Pois, são pesquisadas alterações fenotípicas que se assemelham a doenças humanas para que estes
modelos de doenças sirvam como testes para fármacos. Na fase inicial de testes em organismos humanos, as drogas são utilizadas em voluntários normais, e, posteriormente, em pequenos grupos de pacientes, e, em seguida, se apresentar resultados satisfatórios, em larga escala com pacientes, antes da liberação da droga para a
venda. Somente após esta ultima fase, o fármaco será liberado para a venda, ainda assim, sob a vigilância da eficácia e da incidência de efeitos indesejáveis.
A toxicidade de novos medicamentos de ação sistêmica deve ser avaliada, preferencialmente, em ensaios in vivo, e, in vitro, sendo sugerida a utilização de testes em duas espécies de animais, uma não roedora. O bioensaio é a medida da concentração ou potência de uma droga a partir da magnitude do
efeito biológico por ela produzido, ou seja, consiste na estimativa da concentração ou da potencia de determinada substancia através da medida da resposta biológica produzido pela respectiva substancia. Geralmente, o bioensaio envolve a comparação de uma preparação desconhecida com um padrão, não sendo confiáveis as estimativas que não se baseiam na comparação com padrões.

Várias instituições de ensino e pesquisa utilizam animais para fins didáticos ou experimentais. A infecção de animais por microrganismos e vírus patogênicos, como modelo experimental, pode levar esses animais à morte. Os animais mortos deverão ser armazenados em sacos plásticos específicos autoclavados e/ou incinerados.

O autoclave consiste em um aparelho esterilizador com base no vapor d´água sob pressão a 120º C de temperatura.

O ensaio clínico consiste no método comparativo da resposta de um grupo-teste de pacientes que recebem novo tratamento, com um grupo de controle que recebe um tratamento já existente, chamado tratamento padrão.

O índice terapêutico corresponde a medida de segurança do medicamento, de onde valores elevados indicam que é ampla a margem entre as doses que são efetivas e as que são tóxicas, determinado através de medida de frequência da resposta desejada, e, da resposta tóxica com varias doses do fármaco. Alguns pesquisadores consideram o índice terapêutico como uma
medida grosseira da segurança de qualquer droga porque baseia-se em dados de toxicidade animal, que podem não refletir as formas de toxicidade que são clinicamente importantes, e, também não leva em consideração as reações tóxicas idiossincrásicas.

refeRências

LIVROS SUGERIDOS
  • Katzung: Farmacologia  Básica e  Clínica. Ed. Guanabara Koogan, ed 2005
  • Penildon, S: Farmacologia, 6a Edição, Ed. Guanabara    Koogan, 2006
  • Craig e Stitzel: Farmacologia Moderna. 6a Edição,  Ed Guanabara Koogan, 2005

LEITURA PARA APROFUNDAMENTO
·        Goodman & Gilman.  As Bases Farmacológicas da Terapêutica. , Ed. Guanabara Koogan , 10a Edição  Mc Graw-Hill (2003) ou 11a edição, 2005 (versão inglesa)

CONSULTA ELETRÔNICA SUGERIDA
  • Fundamentos farmacológico clínicos de medicamentos de uso corrente. Livro eletrônico da ANVISA (acessar por www.anvisa.gov.br-:  anvisa divulga- publicações)
  • Compêndio eletrônico British nacional Formulary (BNF 2004): www.bnf.org
  • Compêndio de Bulas de Medicamento (acessar www.anvisa.gov.br)

CONSULTA EVENTUAL:
  • Brody . Larner . Minneman . Neu ; Farmacologia Humana da molecular à clínica. 2a Edição Ed. Guanabara Koogan, 1997
  • Page e col: Farmacologia Integrada. Ed Manole, 1999.
  • Rang-Dale:  Farmacologia ,5a Edição Ed. Guanabara    Koogan, ed 2004
  • Fuchs e  col. Farmacologia Clinica, Ed Guanabara Koogan, 2004 (este livro é de farmacoterapia baseada em evidência e é complementar ao livro texto. Não o substitui)
  • Dicionário de Especialidades Farmacêuticas. (DEF)  Ed. Jornal Brasileiro de Medicina 2005/2006 (este só em ultimo caso para encontrar nomes comerciais e genéricos de medicamentos)
  • MICROMEDEX Integrated Index–USP-DI principal formulário sobre medicamentos aprovados nos Estados Unidos e Canadá. Só é acessado através de instituições públicas pelo site www. capes.periodicos.gov.br
  • Fundamentos farmacológico-clínicos dos medicamentos de uso corrente. (livro eletrônico). Acessar www.anvisa.gov.br, ir em Anvisa divulga, ir em publicações. Pode dar download.




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