quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


PREPARAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS INJETÁVEIS PARTE 2

4     ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS INJETÁVEIS POR VIA ENDOVENOSA -E.V.
A administração intravenosa ou endovenosa é efetuada, introduzindo-se o medicamento diretamente por uma veia, na corrente sanguínea. Em geral, recorre-se à veia basílica, por ser superficial facilmente localizável e estar em ligação com outras grandes veias do braço. A quantidade de soluções a injetar varia entre limites muito altos, sendo correntes volumes de 1 a 1000 ml ou mesmo superiores. A administração endovenosa de grandes volumes de soluções aquosas designa-se como flebóclise, venóclise ou perfusão endovenosa.
Por esta via apenas se administram preparações aquosas, majoritariamente sob a forma de solução, e em menor grau, suspensões aquosas ou emulsões de óleo em água.
Em qualquer destes dois últimos, casos é fundamental que as partículas suspensas ou emulsionadas apresentem diâmetros inferiores a 7 mícrons (em regra 1-2 mícrons) valor médio do diâmetro dos eritrócitos, caso contrário poderá dar origem a fenômenos de trombose e/ou embolia.
Os medicamentos destinados a administração por via intravenosa devem ser isotônicos, isentos de piro gênios e possuir um pH neutro (6,0 e 7,5). Contudo são toleráveis sem acidentes, desvios mínimos para o lado da hipotonia (soluções correspondentes a concentrações de cloreto de sódio maiores do que 0,44%), uma vez que a resistência dos eritrócitos permite evitar a hemólise. Pequenos volumes (1-2 ml), mesmo fortemente hipotônicos não ocasionam danos, uma vez que é elevado o volume e a velocidade do sangue circulante, permitindo dessa forma a rápida diluição do líquido injetado.
É corrente a administração de soluções hipertônicas por via endovenosa, pois mesmo para volumes elevados (>100 ml), o estado anti-fisiológico que se cria não provoca lesões apreciáveis, dado que a plasmólise é um processo reversível.

4.1 FORMAS DE PREPARAÇÕES PARA ADMINISTRAÇÃO EV.

Existem três formas clássicas de administração de medicamentos por via EV.:
De acordo com FakiH ( 2000) essas perfusões podem ser em administrada das seguintes formas:

DIRETA
Caracteriza-se pela administração direta dos medicamentos na veia, ou através de um ponto de injeção no cateter.
Dependendo do tempo e duração da administração denomina-se por:
·         BÓLUS: Se dura menos de um minuto e
·         PERFUSÃO LENTA : Se dura 3-10 minutos.
  • PERFUSÃO RÁPIDA: É a administração intravenosa realizada entre 1 e 30 minutos. Algumas podem ser realizadas com seringa, tempo superior a 10 minutos recomenda-se a utilização de bureta.
·         PERFUSÃO INTERMITENTE - Caracteriza-se pela administração de preparações medicamentosas injetáveis já diluídas através de sistemas de perfusão; usa-se para volumes compreendidos entre 50-100 ml, perfundidos à velocidade de 120-210 ml/h.
  • PERFUSÃO CONTÍNUA - Caracteriza-se pela administração de medicamentos através de sistemas de perfusão regulados por bombas perfusoras; usa-se para grandes volumes (superiores a 500 ml) perfundidos à velocidade de 100-125 ml/h. É a administração realizada em tempo superior a 60minutos, ininterruptamente.

4.2 - CARACTERÍSTICAS DA ADMINISTRAÇÃO - EV.
Uma vez que o medicamento é introduzido diretamente na corrente sanguínea não se pode falar em velocidade de absorção. Por este motivo esta via é a mais rápida. É bom não esquecer que esta vantagem traz como consequência, o perigo de relações secundárias como a sobrecarga medicamentosa, choque (hipersensibilidade do doente ao fármaco ou formulação) e o risco aumentado de infecção.
Área da Aplicação: diretamente na veia, para obter um efeito imediato do medicamento;
Medicamentos: os aplicados por esta via são: medicamentos na forma de soluções que não podem ser administrados por outra via (Ex.: via oral sofre ação do suco gástrico);
Volume máximo: até 20,0 ml quando usadas seringas;
Aplicação geralmente indolor;
4.3 MATERIAL UTILIZADO NA ADMINISTRAÇÃO - EV.
Bandeja (cuba rim)
Gaze compressa 7,5 X 7,5 estéril
Álcool 70%
Medicação prescrita (identificada, diluída na seringa compatível ou frasco de soro com medicação diluída ou ainda frasco medicação de 30 ou 50 ml).
Tipo de seringa e agulha: seringas com bico lateral com agulhas específicas; embebido em álcool 70 %, algodão seco, garrote, seringas e agulhas específicas;
4.4 TÉCNICA DO PREPARO DA MEDICAÇÃO

Para ampola:
• Fazer desinfecção da ampola com álcool a 70%
• Abrir a ampola na linha serrilhada marcada;
• Retirar a capa protetora da agulha;
• Colocar a agulha, conectada à seringa, dentro do frasco;
• Puxar a quantidade indicada do medicamento para dentro da seringa;
• Diluir a medicação conforme técnica asséptica e volume prescrito;
• Conferir ampola ou frasco ampola com a medicação prescrita;
• Identificar a medicação com nome do paciente, via de administração, horário e número do leito.

4.5  DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO:

• Ler a prescrição: Data, nome do paciente, medicação, dose, via de administração e o horário da medicação;
• Lavar as mãos
• Levar a bandeja ou cuba rim para perto do paciente, colocando a bandeja sobre a mesinha de cabeceira;
• Orientar o paciente e o acompanhante sobre o procedimento
• Checar a permeabilidade do acesso venoso, observando se o local apresenta sinais flogísticos (edema, rubor e vermelhidão);
• Calçar luvas de procedimentos
• Fechar o clamp de controle de fluxo do acesso venoso, no caso do paciente estar recebendo hidratação contínua.
Realizar a desinfecção das conecções e injetores (entrada das vias do extensor) do circuito, utilizando gaze estéril e álcool a 70%;
• Abrir a via do extensor do equipo que será utilizado, com o auxílio da gaze;
• Introduzir a seringa na via do extensor;
• Proteger a tampa do extensor com gaze e deixá-la na bandeja;
• Injetar o medicamento de forma lenta;
• Retirar a seringa;
• Fechar a via do extensor com o conector próprio;
• Abrir o clamp de controle de fluxo do equipo de soro, acertando o gotejamento;
• Observar sinais aparentes de alteração no paciente e no local da punção, após a administração do medicamento (dor local, hiperemia, rubor, edema);
• Desprezar o material utilizado em local apropriado;
• Limpar a bandeja ou a cuba rim com álcool a 70%;
• Assegurar que o paciente esteja confortável e seguro no leito (grades elevadas);
• Deixar a unidade limpa e organizada;
• Retirar luvas de procedimentos;
• Lavar as mãos;
• Checar na prescrição, o horário correspondente ao procedimento realizado.

Observações:
Se o paciente não necessitar de infusão IV contínua, o cateter endovenoso periférico deve ser mantido salinizado com solução fisiológica a 0,9%, em quantidade suficiente para preencher o sistema.
Em caso de refluxo de sangue para o equipo de soro, lavá-lo imediatamente com solução fisiológica. Na presença de sangue aderido no extensor ou no equipo trocar todo o sistema
Toda solução deve ser inspecionada antes da administração, observando-se turvação, alteração da cor e modificação do aspecto habitual. Em presença de qualquer alteração não administrar a medicação. Encaminhar para a farmácia e comunicar a direção pois trata-se de risco sanitário.
Sempre preparar a medicação injetável imediatamente antes do uso.
Se o acesso periférico obstruir com sangue após o término da infusão ou refluxo de sangue, não tentar lavar o extensor pressionando o sangue com uma seringa para que o mesmo retorne para a veia, nestes casos deve-se realizar outra punção venosa.
Determinadas substâncias não devem ser associadas, pois oferecem riscos de precipitação. Toda medicação a ser administrada por via endovenosa deve ser preparada eparadamente utilizando-se o diluente recomendado e nos casos de dúvida consultar o farmacêutico.

4.6 LOCAIS DE APLICAÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO - EV.

Locais de aplicação: selecionar as veias e o melhor local, conforme a faixa etária e características individuais. Veias do dorso da mão (usada em obesos), veias do dorso do pé (usadas como último recurso) e veias da região cefálica (bastante utilizadas em bebé).
a)    Técnica para veias do braço
Preparar a injeção e fazer anti-sepsia das mãos conforme técnica descrita anteriormente ou usar luvas de procedimento não estéril;
Colocar o garrote sem compressão exagerada a uma distância de até cinco dedos do local da aplicação;
Solicite a pessoa para abrir e fechar as mãos para que as veias fiquem mais fáceis de serem localizadas e sentidas durante a palpação. Pedir para manter o braço imóvel e a mão fechada;
Realizar anti-sepsia do local de baixo para cima para esta aplicação deixando o álcool secar, virando a bola de algodão a cada movimento;
Esticar a pele para baixo com auxílio do polegar e introduzir a agulha com o bisel voltado para cima. Observar o refluxo do sangue no canhão da agulha;
Evidenciado a presença de sangue, retirar o garrote e pedir para a pessoa abrir a mão;
Injetar o medicamento lentamente, observando se o local apresenta alguma alteração, e questionar durante a aplicação se a pessoa esta sentindo dor ou queimação (isto indica que a agulha saiu da veia, neste caso retire a agulha e faça nova aplicação, trocando o local de aplicação);
Retirar a agulha e comprimir o vaso com algodão seco sem massagear. Solicite a pessoa para não dobrar o braço somente segurar o algodão.
Observações / Anotações / Correçõe
5 - ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS INJETÁVEIS POR VIA SUBCUTÂNEA - S.C.

5.1 FORMAS DE PREPARAÇÕES PARA ADMINISTRAÇÃO SC.

Por via subcutânea ou hipodérmica os medicamentos são administrados de baixo da pele, no tecido subcutâneo. Os locais para injeção S.C. incluem as regiões superiores externas dos braços, o abdômen entre os rebordos costais e as cristas ilíacas, a região anterior das coxas e a região superior do dorso. É importante alternar os locais de injeção.

5.2 - CARACTERÍSTICAS DA ADMINISTRAÇÃO -SC.

Área de Aplicação: tecido subcutâneo, entre a pele e o músculo usado para medicamentos que devem ser absorvidos lentamente;
Usada principalmente na aplicação de insulina e vacinas.
Fazer o constante rodízio dos locais de aplicação em diabéticos.
Medicamentos: os aplicados por estas vias são: vacinas, insulinas, anticoagulantes e outros medicamentos que devam ser absorvidos lentamente;
Volume máximo: 3,0 ml. Aplicação geralmente indolor;
5.3  MATERIAL UTILIZADO NA ADMINISTRAÇÃO - SC.
Seringa de vacina l ml c/ agulha 13x3,8 ,tipo de seringa e agulha: seringas específicas de insulina ou vacina (tuberculina) com agulhas curtas e finas; material: algodão com álcool, seringa e agulha específicas; Bandeja (cuba rim)
Seringa de 0,5 ou de 1 ml (seringa de insulina)
Agulha pequena 13 x 4,5
Álcool 70%
Algodão
Medicação prescrita
5.4 TÉCNICA DO PREPARO DA MEDICAÇÃO

Para ampola:
Fazer desinfecção da ampola com álcool a 70%
Abrir a ampola na linha pontilhada marcada no gargalho;
Retirar a capa protetora da agulha
Colocar a agulha dentro do frasco
Puxar a quantidade indicada do medicamento para dentro da seringa
Para frascos com vàrias doses:
Limpar o frasco com algodão umedecido em álcool a 70%,
Retirar o invólucro da agulha e puxar a mesma quantidade de ar que a
Dose a ser administrada;
Colocar a agulha no frasco
Injetar ar no frasco, retirando a dose desejada para a seringa;
5.5  DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO:

Ler a prescrição: Data, nome do paciente, medicação, dose, via deadministração e o horário da medicação.
Lavar as mãos;
Separar a medicação prescrita;
Preparar o medicamento conforme técnica;
Levar a bandeja (cuba rim) para perto do paciente, colocando a bandeja sobre a mesinha de cabeceira;
Orientar o paciente sobre o procedimento a ser realizado;
Checar condições do músculo escolhido;
Calçar luvas de procedimento;
Retirar o ar da seringa e agulha;
Fazer anti-sepsia da pele com algodão/álcool a 70%, mantendo o algodão entre o dedo mínimo e a mesma mão.
Fazer uma prega na pele, utilizando o dedo indicador e o polegar da mão dominante para segurar o corpo da seringa;
Introduzir a agulha em ângulo de 90° (perpendicular à pele);
Aspirar observando se atingiu algum vaso sanguíneo (caso aconteça, retirar agulha do local, desprezar todo material e reiniciar o procedimento) Exceto na administração de heparina e Clexane®;
Injetar o líquido lentamente;
Retirar a seringa/agulha rapidamente, fazendo ligeira pressão no local e logo após fazer uma massagem no local;
Deixar a unidade organizada;
Assegurar que o paciente esteja confortável e seguro no leito (grades elevadas);
Desprezar o material pérfuro-cortante em recipiente apropriado (caixa resíduo pérfuro-cortante);
Retirar a luva de procedimento;
Lavar as mãos;
Checar o procedimento na ficha única;

Observação

Para aplicar com agulha ideal, deve-se levar em consideração: o grupo etário, a condição física do cliente e solubilidade da droga a ser injetada.
Não utilizando a agulha curta (13 x 4,5), a angulação será de 45° para indivíduos adultos de peso normal, 60° para obesos e 30° para excessivamente magros.
A diluição das drogas deve ser feita com precisão e segurança, na dúvida, não aplicar.
Na aplicação de heparina subcutânea, para evitar traumatismo do tecido, não é recomendado aspirar antes de injetar a medicação e para evitar absorção rápida da medicação, não se deve massagear o local após a aplicação.
No uso de Clexane® e Tlexane® não se deve retirar a bolha que vem dentro da seringa ao administrar a medicação.
Na aplicação de insulina, utilizar a técnica do revezamento, um sistema padronizado de rodízio dos locais de aplicação das injeções para evitar abscessos, hipotrofias e endurecimento dos tecidos na área da injeção.
Sempre que possível envolver o paciente no processo de escolha do local de administração do medicamento.

5.6 LOCAIS DE APLICAÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO - SC.
Locais de aplicação: parte posterior dos braços, parte anterior e lateral externa das coxas, abdome ao redor da cicatriz umbilical e nádegas;
Técnica:
Preparar a injeção conforme técnica descrita anteriormente;
Com prega cutânea - Realizar anti-sepsia do local; Com prega Segurar a seringa com uma mão e com a outra cutânea fazer uma prega com o dedo indicador e polegar; Introduzir a agulha em ângulo de 90° profundamente com rapidez e firmeza na prega;
Aspirar para verificar se não atingiu vaso sanguíneo;
Injetar o líquido, vagarosamente, retirar a agulha com auxílio do algodão (seco);
Não massageie o local da aplicação;
Em pessoas magras fazer a aplicação com a seringa inclinada para não atingir o músculo;
Aplicação de insulinas
Material: algodão com álcool, seringa de insulina com graduação para 100 Unidades ou menos, frasco de insulina U-100 tipo R, N, ou L de acordo com o prescrito pelo médico.
Técnica para aplicação de insulinas: misturar a insulina movimentando suavemente o frasco entre as mãos;
Fazer a desinfecção da tampa de borracha com algodão e álcool;
Aspirar a dose indicada na receita;
Retirar eventuais bolhas;
Aplicar seguindo as indicações para via subcutânea;
Não massageie o local da aplicação;
NOTA: Evitar aplicar a insulina sempre no mesmo local para que não apareça lesões, saliências e depressões na pele, pois o diabético normalmente toma insulina diariamente, durante anos.
Não reutilizar agulhas, pois quando isso é feito a mesma perde a lubrificação tomando as aplicações mais dolorosas e a insulina que sobra na agulha pode cristalizar-se bloqueando a passagem na próxima aplicação. Com a reutilização a ponta adquire formato de gancho provocando lacerações e microtraumas no local da aplicação. Neste caso, podem formar lipodistrofias e acarretar extravasamento de insulina no local de aplicação causando hipoglicemia.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AVIS, K. E.; LEVCHUK, J. W. - Parenteral Preparations. In Remington: The Science and Practice of Pharmacy. 20.ª ed. Philadelphia: Daniel Limmer, 2000. ISBN 0-683-306472.

BAASKE, D. M. - Stability of esmolol hydrochloride in intravenous solutions. American Journal of Hospital Pharmacy. 51; 1994. ISSN 1079-2082.

BRITISH MEDICAL ASSOCIATION AND THE ROYAL PHARMACEUTICAL SOCIETY OF GREAT BRITAIN - British National Formulary. London: Pharmaceutical Press. 1994. ISSN 0260-535X.

CLOYD, J. C. - Availability of diazepam from plastic containers. American Journal of Hospital Pharmacy. 37; 1980.ISSN 1079-2082.DRISCOLI, D. F.; NEWTON, D. W.;

BRSTRIAN, B. R. - Precipitation of calcium phosphate from parenteral nutrient fluids. American Journal of Hospital Pharmacy. 51; 1994. ISSN 1079-2082

DRUG INFORMATION. American Hospital Formulary Service. Bethesda: American Society of Health-System Pharmacists 1999. ISBN 1-879907-91-7.

DUPUIS, L. L.. Stability of propafenone hydrochloride in I.V. solutions. American Journal Health-System Pharmacy. 54 (1997) 1293-5. ISSN 1079-2082.

FARMACOPEIA PORTUGUESA. V ed. Imprensa Nacional - Casa da Moeda. 1986. Vol. 1 e 2.

GARRELTS, J. C. and WAGNER, D. J. - The pharmacokinetics, safety, and tolerance of cefepime administered as an intravenous bolus or as a rapid infusion. The Annals of Pharmacotherapy. 33; 1999. ISSN 1060-0280.

GUPTA, V. D. [et al.]. Stability of ketorolac tromethamine in 5% dextrose injection and 0,9% sodium chloride injections. International Journal of Pharmaceutical Compounding. l:3; 1997. ISSN 1092-4221.

HASEGAWA, G. R. - Caring about stability and compatibility. American Journal of Hospital Pharmacy. 5; 1994. ISSN 1079-2082.

JAROSINSKI, P. F. [et al.] - Stability of concentrated trimethoprim-sulfamethoxazole admixtures. American Journal of Hospital Pharmacy. 46; 1989. ISSN 1079-2082.

MANUAL DE ANTÍDOTOS. 1.ª ed. Porto: Grupo de Toxicologia, Assessor da Comissão de Farmácia e Terapêutica do Hospital Geral de Santo António. 1999. ISSN 0873-6553.

MARTINDALE. The Extra Pharmacopoeia. 31.ª ed. London: The Royal Pharmaceutical Society of Great Britain, 1996. ISBN 0-85369-342-0.

MICROMEDEX® HEALTHCARE SERIES: MICROMEDEX, Greenwood Village, Colorado (Edition expires [12 de 2001]).

MORRIS, E. M. - Compatibility and stability of diazepam injection following dilution with intravenous fluids. American Journal of Hospital Pharmacy. 35; 1978. ISSN 1079-2082.
PARENTERAL ADMIXTURE INCOMPATIBILITIES AN INTRODUCTION. International Journal of Pharmaceutical Compounding. 1:3; 1997. ISSN 1092-4221.

PRISTA, L. N.; ALVES, A. C.; MORGADO, R. M. - Técnica Farmacêutica e Farmácia Galénica. 4.ª ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1992. Vol. I. ISBN 972-31-0562-4.

RAY, J. B.. Droperidol. Stability in intravenous admixtures. American Journal of Hospital Pharmacy. 40; 1983. ISSN 1079-2082.

SALOM, G. P. - Administración de Medicamentos por Via Intravenosa. In Curso sobre Administración de Medicamentos. Alicante: Organização de Farmacéuticos Ibero-Latinoamericanos, 1995. ISBN 84-606-2706-3 101.

STANDARD TERMS - PHARMACEUTICAL DOSAGE FORMS, ROUTES OF ADMINISTRATION, Conteiners. The European Pharmacopeia Forum. Council of Europe. 2000. ISSN 1013-5294.

STEWART, J. T. Stability of ranitidine in intravenous admixtures stored frozen, refrigerated, and at room temperature. American Journal Hospital Pharmacy. 47; 1990. ISSN 1079-2082.

TORRES, N. V.; MARTÍ, M. C. - Mezclas Intravenosas y Nutricion Artificial. 4.ª ed. Valencia: Convaser, C.E.E. 1999. ISBN 84-605-8427-5.

TRISSEL, L. - Handbook on Injectable Drugs. 11.ª ed. Bethesda: American Society of Health-System Pharmacists, 2001. ISBN 0333792122

VISOR, G.C. [et al.] Stability of ganciclovir sodium (DHPG sodium) in 5% dextrose or 0,9% sodium chloride injections. American Journal of Hospital Pharmacy. 43; 1986. ISSN 1079-2082.

ZHANG, Yan-Ping. Stability of aminocaproic acid injection admixtures in 5% dextrose injection and 0,9% sodium chloride injection. International Journal of Pharmaceutical Compounding. 1:2; 1997. ISSN 1092-4221.

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DOS MEDICAMENTOS (RCM'S), EMEA - The European Agency for the Evaluation of Medicinal Products,



Nenhum comentário:

Postar um comentário